Por que o jejum é tão criticado?

1.Por que o jejum é tão criticado?
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a) Muitas pessoas o associam a práticas ascéticas
O excesso e o extremismo praticados na idade média produziram resistência na maioria dos cristãos. Para alguns está relacionado com o farisaísmo. Toda prática religiosa que perde o seu poder espiritual torna-se apenas um ritual exterior vazio. Muitos – temendo o legalismo – evitam o jejum.
b) Muitos têm medo de terem problemas físicos no jejum
Vivemos em um mundo em que a busca do prazer e do conforto é o alvo máximo, e muitos temem morrer de inanição se não comerem pelo menos três vezes por dia.
c) Uma compreensão errada da graça de Deus
Muitos associam o jejum com a penitência praticada por algumas religiões que visa aplacar a ira de um deus mesquinho ou convencê-lo a nos dar alguma dádiva. Tal impedimento se esvai quando entendemos que o jejum é para nós mesmo e não para Deus.
2. O jejum é obrigatório?
O ensino de Jesus (Mt 6) veio acompanhado do ensino sobre oração e oferta. Jamais passou pela cabeça de nenhum líder religioso a ideia de que a oração e a oferta sejam opcionais, por que o jejum seria? Não era intenção do Senhor rejeitar ou desprezar o jejum. Sua intenção era restaurar o jejum à sua forma adequada. Jesus disse que depois que o noivo fosse tirado, os discípulos jejuariam (Mt 9.15). Essa é a mais importante declaração sobre se os cristãos devem ou não jejuar. Não podemos dizer que Cristo nos tenha ordenado que jejuemos, mas está evidente que Ele esperava que o fizéssemos.
3. A motivação do jejum
Quando Jesus tratou do jejum, Ele se preocupou com a questão dos motivos (Mt 6.16-18). Não podemos pensar que o jejum tenha o poder de mudar a Deus ou de forcá-lo a fazer algo que Ele já disse que não faria. Precisamos entender que o jejum está centrado em Deus. A profetiza Ana adorava com jejum (Lc 2.37), os profetas e mestres de Antioquia jejuavam (At 13.2), Deus pergunta para quem jejuamos (Zc 7.5), no jejum nos libertamos de coisas que tentam nos escravizar (I Co 6.12), aprendemos a disciplinar o nosso corpo (I Co 9.27) e é uma forma de nos humilharmos diante de Deus (Sl 35.13).
4. Orientações sobre o jejum
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a) Estabeleça seus objetivos
Por que você esta jejuando? Há alguma crise pessoal? Você está buscando renovação, direção de Deus ou solução de algum problema? Estabeleça os seus alvos com clareza e escreva-os. Ore pela igreja e pelo mover do Espírito em nosso meio. Ore pela salvação das vidas e pela multiplicação de cada célula. Pegue os alvos da igreja distribuídos no projeto de oração.
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b) Defina um tipo de jejum
Há muitos tipos de jejum. Defina um que seja mais apropriado para você:
• Jejum com uma refeição por dia – apenas o jantar ou o almoço.
• Jejum de Daniel – de todo tipo de carne, doces, refrigerantes, sucos com açúcar ou adoçante e qualquer tipo de manjar.
• Jejum parcial – abstenção de apenas algum tipo de comida, definida em um voto pessoal diante de Deus. Geralmente alguma comida especialmente importante para nós.
• Jejum de dieta líquida – jejum apenas com sopas e sucos.
• Jejum completo – jejum de 24 horas apenas com água.
(Sugiro que seja feito por um período máximo de 03 dias, e depois, volta-se para um dos tipos de jejum acima).
c) Prepare-se espiritualmente
Peça ajuda ao Espírito e faça uma lista dos seus pecados. Comece o jejum com arrependimento. Confesse cada pecado que o Espírito mostrar e creia no perdão do Senhor. Perdoe a qualquer um que o tenha ofendido. Não jejue com o coração amargurado. Se o seu pecado exige restituição ou conserto com alguém, faça-o antes do começo do seu jejum. Busque o enchimento com o Espírito Santo. Se você fala em línguas, invista tempo orando em línguas. Reconheça a Jesus como Senhor e recuse-se a fazer sua própria vontade. Coloque uma expectativa no seu coração pelo mover de Deus. Se não houver uma expectativa em fé, o jejum perde o sentido. Creia pelo milagre de Deus. Confesse a Palavra e gaste tempo louvando a Deus. Faça guerra espiritual. Identifique e resista a todos os demônios que trabalham contra você.
d) Prepare-se fisicamente
Se você possui alguma doença crônica, procure o seu médico. Mulheres grávidas não podem jejuar. Nesses casos, recomendamos que se abstenham apenas de algumas coisas, como chocolates, doces e certos tipos de carnes. Não se precipite em seu jejum. Não faça por que outros estão fazendo. Sinta a direção de Deus. Um jejum completo, somente com água, deve ser iniciado aos poucos. Um jejum com uma refeição por dia não exige um preparo tão grande. Evite comidas gordurosas e açucaradas antes de iniciar o jejum. Prepare-se comendo frutas e vegetais.
e) Enquanto estiver jejuando
Evite ingerir qualquer medicamento sem orientação médica. Existem remédios que não podem ser ingeridos com o estômago vazio. Limite sua atividade física de acordo com suas possibilidades. Somente faça exercícios moderados. Dentro de suas possibilidades descanse o máximo possível. Espere algum desconforto físico como tonturas, dores rápidas de fome, mau hálito, dores de cabeça, fraqueza, sonolência, cansaço e algumas vezes enjoos. Defina quais atividades você suprimirá. Evite ver televisão, praticar esportes ou fazer muito esforço físico. Defina quanto tempo você vai separar para oração. Estabeleça um tempo de oração. Você não precisa orar o dia todo, mas separe um bom tempo para oração de acordo com suas possibilidades.
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f) Sintomas espirituais
Durante o jejum coisas ocultas do coração poderão aflorar, como mau humor, lascívia, sensualidade, impaciência, ansiedade e irritação. Haverá muito maior sensibilidade ao mundo espiritual e ao Espírito Santo. Fique atento. Um nível diferente de fé será liberado. Exercite bastante a confissão da Palavra de Deus. Muitos irmãos têm visões, sonhos e outras manifestações espirituais, Espere por elas. Espere por muita resistência espiritual, principalmente no início do jejum. São comuns pressões na mente, acusações, sentimento de condenação e de desânimo com o fim de nos resistir.
g) Faça um programa diário
Se o seu jejum é de almoço a almoço, separe o seu tempo do almoço para ler e meditar na Palavra de Deus. Se o seu jejum é de janta a janta, separe o período da noite. Mas, em todo o caso, comece o dia orando. Corte a TV durante o jejum. Encontre-se com os irmãos da célula para orar junto a eles. O jejum feito em comunidade é mais fácil e também mais agressivo no mundo espiritual.
h) O que evitar
Não tome café nem chá-preto. A cafeína dá dor de cabeça. Não masque chicletes nem chupe balas, mesmo que o hálito esteja ruim, pois estimulam o suco gástrico no estômago. Se tomar suco de laranja, dilua 50% de água. Jamais deixe de tomar bastante água. Pelo menos dois litros de água por dia. Nunca faça jejuns sem água.
i) Como quebrar o jejum
Quebre o jejum gradualmente. Principalmente se for um jejum prolongado apenas com água. Comece tomando sopas. Em seguida, passe para saladas cruas e, depois de algumas horas, coma batatas cozidas e comida com pouca gordura. É melhor comer um pouco várias vezes do que quebrar o jejum com muita comida.

INFORMATIZAR NA IGREJA REQUER CUIDADOS E BOM SENSO

INFORMATIZAR NA IGREJA REQUER CUIDADOS E BOM SENSO

Vivemos a era da tecnologia da informação.  Equipamentos avançados fazem parte de nosso cotidiano e não causam mais o espanto que causavam a alguns anos. Da mesma forma, as igrejas também se beneficiam da tecnologia.


O computador é algo comum, trivial, um equipamento integrante da secretaria das maiorias das igrejas. O trabalho de organizar as fichas de membros, por exemplo, antes exaustiva e enfadonha, é hoje facilitada com aplicativos desenvolvidos para esse fim.  Precisa-se de uma relação dos membros por idade, bairro de moradia ou escolaridade? Em segundos o temos em mãos com a ajuda dos computadores. Letras de hinos, cânticos e partituras podem ser baixados da internet, facilitando o trabalho do ministro de música e sua equipe.
No entanto, a tecnologia é algo cujo uso requer bom senso.
A tecnologia deve ser usada sem receio nas rotinas que ela pode facilitar e impulsionar. Em outras, ela pode atrapalhar mais do que ajudar. Como se diz na área de TI: "informatiza-se a desorganização".  Como profissional de TI com mais de 25 anos de experiência, repasso algumas orientações baseado na minha experiência profissional e pelo que tenho visto em mais de 30 anos de igreja.


Ajuda profissional 
Primeiro, tenha sabedoria na compra dos equipamentos, sejam eles computadores, equipamentos de rede, som, luz, segurança, projeção, etc. Por se tratar de uma área técnica, o apoio de alguém conhecedor do assunto é valioso. Em alguns casos, imprescindível.
Já vi igreja que adquiriu um servidor de dados, um equipamento caro e sem a menor utilidade para ela, simplesmente porque foram à loja e pediram "o melhor". Ou compraram um roteador de mais de mil reais para propagar o sinal de WI-FI quando bastaria ter comprado algo dez vezes mais barato. Um conhecedor da área pode avaliar as reais necessidades da igreja e orientar sobre a melhor compra, observando o potencial financeiro da igreja. O que é top de linha hoje pode ficar extremamente defasado em um ano, mas no contexto de igreja nem sempre existe a necessidade de equipamentos na vanguarda.
Relação custo-benefício
Segundo, evite gastos desnecessários, seja sensato ao usar os recursos da igreja. O caminho para isso é avaliar as necessidades e procurar a melhor relação custo-benefício. Por exemplo, via de regra, computadores para secretarias de igreja não necessitam de grande poder de processamento nem recursos como placas de vídeo de alta performance. Corre-se o risco de gastar alto nesses dispositivos e abrir mão de um disco de armazenamento externo, algo muito recomendável para guarda dos dados. Ou então, esgotar-se a verba sem a aquisição de um bom software antivírus, que pode levar a perda de todos os dados do micro.
Dependendo do porte da igreja, ela pode ter vários computadores (secretaria, gabinete pastoral, gabinetes dos ministros, projeção, etc) ou pode comprar um notebook para uso compartilhado. A compra de um notebook pode ser uma boa opção, pois pode ser usado pelo pastor em seu gabinete, por um professor na sala de aula da EBD ou conectado a um projetor para uma palestra. É oportuno lembrar que, embora seja versátil, o notebook requer maior cuidado no manuseio, é frágil, sendo inferior aos desktops na mesma faixa de preço.

Segurança
Terceiro, cuidados com a segurança.
O sistema operacional Windows, o mais utilizado hoje e que muito provavelmente equipa os computadores de sua igreja, possui recursos de segurança que devem ser usados. Uma atitude recomendável é criar uma conta para cada usuário, cada uma com sua senha de acesso individual.
Em alguns casos, o uso de contas genéricas deve ser evitado. Se o departamento de finanças possui cinco componentes, crie cinco contas de usuário mas todos pertencendo a um grupo chamado Finanças. Outra providência importante é restringir os direitos administrativos dos usuários. Isso evita, por exemplo, que se instalem jogos e softwares não autorizados.
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Facilidades 
Quarto, explore as facilidades. Hoje guardar os dados em servidores externos é um recurso que pode agilizar em muito a troca de informações na igreja. O chamado "armazenamento na nuvem" é algo barato, prático e serve, por exemplo, para os líderes compartilhem documentos e informações uns com os outros.
Detalhe: esses dados podem ser acessados em computadores pessoais, tablets, notebooks e smartphones em suas casas ou trabalho. Quem já precisou com urgência de um relatório e pôde acessá-lo a partir de um smartphone, dentro de um ônibus, sabe o que estou falando.
Outra facilidade é o uso das redes sociais,como Facebook, Twitter e Whatsapp.
São imbatíveis como ferramentas de divulgação de eventos, avisos e permitam interação instantânea, mas seu manuseio requer alguns cuidados básicos.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com
Leia Também:Dez dicas para criar o site da Igreja
Mudanças tecnológicas e a pastoral urbana
Organizando os dados dos membros na igreja
Autor: Washington Fazolato Barbosa

Não quero mais ser evangélico


Resultado de imagem para não quero mais ser evangelicoNão quero mais ser evangélico

Não estou brincando! A indignação toma conta de meu ser, pois não dá mais. Evangélico no Brasil virou sinônimo de movimento financeiro religioso, algo meio sem ética – ou totalmente se preferir – em que se rouba e depois ora pedindo perdão a Deus. O “mensalão” de Brasília revela não apenas o que há de pior na política brasileira, mas algo cheira mal na fé evangélica também (ou plagiando o filme, “Fé de mais não cheira bem”). Como é possível alguém orar e dizer que o “financiador” é uma bênção para a cidade? A verdade é que hoje a cristandade está com a síndrome de Geazi, servo do profeta Eliseu (2Reis 5:20-27).
Resultado de imagem para não quero mais ser evangelico Correndo atrás dos tesouros de Naamã, a cristandade gananciosa (2Reis 5:20) mente e camufla situações para justificar seus pecados (2Reis 5:22); pior, esconde o pecado (2Reis 5:24), mostrando a hipocrisia em que vivem (2Reis 5:25). Desta vez foi a gota d’água, ver um pastor, que é deputado distrital – o que já é incoerente, pois ou é pastor ou deputado – e o presidente da Câmara, orando e pedindo a Deus pelo gestor das
fraudes, chamando-o de “instrumento de bênção para nossas vidas e para a cidade”. Para a cidade de Brasília eu não sei, mas parece que o gestor financeiro do mensalão foi uma “bênção” para outros.
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Não é apenas isso (ou tudo isso), mas a Igreja Evangélica no Brasil virou um monstrengo, uma colcha de retalhos, que mistura “alhos com bugalhos”, Bíblia com água e óleo ungido. Os pastores deixaram de ser homens de reconhecida piedade para serem executivos da fé; jogaram no lixo a orientação de Paulo para serem ministros de Cristo, que se ocupassem da leitura da Escritura, “à exortação e ao ensino” (1Timóteo 4:12,13), para serem ministros de si
mesmo, onde a “escritura” agora é auto-ajuda, e a exortação e o ensino viraram barganha de promessas. Não me escandalizo mais, pois o que sinto é uma revolta contra aqueles que “seguiram pelo caminho de Caim, e por causa do lucro se lançaram no erro de Balaão...” (Judas 11).

Por isso não me chamem de “evangélico”, pois este termo implicava numa atitude baseada no Evangelho de Cristo. Mas hoje isso virou um termo jocoso e maldoso. Não quero mais compactuar com pastores que vendem e compram igrejas (isso mesmo!) como se fossem propriedades privadas, investimentos financeiros lucrosos. Não quero mais saber deste evangelicalismo sem ética, sem doutrina e que está mandando milhares para o inferno. Chega deste evangelho de faz-de-conta, em que Jesus é apresentado como um “amigão”, mas nunca como Senhor. Chega deste “evangelho” sem cruz, sem vergonha e mentiroso. Com certeza, Pedro está certo quando afirma pelo Espírito Santo: “... Tais homens têm prazer na luxúria à luz do dia... enganam os inconstantes e têm o coração exercitado na ganância. São malditos. Eles se desviaram, deixando o caminho reto e seguindo o caminho de Balaão, filho de
Beor, que amou o prêmio da injustiça” (2Pedro 2:13-15).

E agora? Onde estão os apóstolos que pedem dinheiro e se envolvem com as maracutaias religiosas? Onde estão aqueles que oram pelo dinheiro sujo e pedem em nome de Deus que os abençoe? Onde estão aqueles que vendem igrejas com membros e tudo mais? Que pedem “trízimo” (não estou brincando), ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo? Onde estão os profetas com suas “profetadas” e palavras “ungidas”? Onde está a Igreja que diz proclamar em alta voz que o Brasil é do Senhor Jesus? Ouçamos Isaías: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que transformam trevas em luz e luz em trevas, e ao amargo em doce, e o doce em amargo!... Por isso a ira do SENHOR acendeu-se contra o seu povo, e o SENHOR estendeu a mão contra ele e o feriu...” (Isaías 5:20,25a).

Aqui não é um julgamento. Que ninguém me venha com a falácia de “Não julgueis para não serdes julgados”, pois isso é um simplismo de que se aproveitam muitos daqueles que são desonestos e usam a Bíblia para justificar suas ações. Diante da injustiça não podemos nos calar, seja ela de um evangélico ou não. Não me chamem de evangélico, pois não quero este evangelho mercadológico. Quero apenas ser cristão, quero apenas seguir a Cristo e viver para Ele.

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O autor, Gilson Souto Maior Junior, é pastor sênior da Igreja Batista do Estoril e professor de Antigo Testamento e Hebraico da Faculdade Teológica Batista de Bauru - Fateo


POR QUE DEVEMOS GANHAR ALMAS?

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Porque Cristo o quer. “Ide por todo o mudo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Mar 16.15).Pode o crente lavado no precioso sangue do Calvário recusar-se a este pedido? Só queremos receber ou estamos também prontos a dar? Abrimos os nossos corações para as maravilhas de João 3.16, e fechamo-lo às responsabilidades em 1 João 3.16?
2. Porque somos devedores. “O que toma emprestado e não paga, é iníquo” (Sl 37.21). Muitos têm uma consciência sensível a pagar toda a dívida, mas esquecem que todos os crentes devem ao próximo. “Eu sou devedor a gregos e a bárbaros, a sábios e a ignorantes; assim, quanto é em mim, estou pronto para anunciar o Evangelho” (Rm 1.14-15). Quando recebemos o Evangelho, tornamo-nos devedores e devemos entregar o mesmo Evangelho. (Atos 20.26-27. Compare Ez 3.18; 1 Cor 9.16; Mat 25.26-30)
3. Porque as almas estão perdidas. Os que andam na estrada larga chegarão à destruição. Alguns andam nela propositadamente, mas outros andam porque não conhecem a “estrada que conduz à vida”. Mas, todos que andam nela estão perdidos. Não devemos nós ficar na entrada do caminho para os céus e convidar os homens a andarem conosco?
A visão duma missionária, nas trevas densas da Índia
Os tambores soavam a noite inteira, e a escuridão me envolvia, como se fosse um ser vivente. Não podia dormir, mas deitada, com os olhos abertos, parecia que via o seguinte: Eu estava de pé sobre a grama, à beira dum abismo. Olhei, mas não podia ver o fundo; havia somente nuvens horríveis e profundezas insondáveis. Afastei-me, atônita.
Então percebi vultos de pessoas andando, uns após outros, pelo gramado. Estavam marchando para a beira do abismo. Vi uma mulher com uma criança nos braços e outra a seu lado, segurando-se-lhe no vestido. Ela estava bem na margem! Vi, então, que era cega. Levantou o pé para dar um passo mais, e caiu, e a criança foi com ela. Oh que grito!
Vi também uma multidão de gente procedente de todos os lados. Todos eram cegos; todos andavam em direção à margem do precipício. Quase todos gritavam quando se sentiam caindo, e levantavam as mãos, como se quisessem segurar-se em alguma coisa ara não cair, enquanto outros passavam e caíam, calados.
Então senti grande agonia: Por que não havia alguém para preveni-los do perigo? Eu não podia fazê-lo. Estava paralisada no lugar e não podia clamar. Apesar de fazer os maiores esforços, só podia cochichar.
Depois vi que ao longo da margem, estavam postas algumas sentinelas. Porém o espaço entre elas era grande demais, e nestes lugares caíam multidões de pessoas cegas, sem serem prevenidas. A verde grama parecia-me encarnada, como o sangue; e o abismo parecia a boca aberta do inferno.
Então vi, como se fosse um quadro de paz, um grupo de gente debaixo de algumas arvores, com as costas viradas para o abismo: estavam fazendo enfeites de flores. Às vezes, quando um grito agudo rompia o silencio, eles se turbavam e se queixavam do barulho. E, se alguém se levantava para ir acudir-lhes, lhe seguravam, dizendo: “Por que estás perturbado? Não tens acabado a tua grinalda. É feio ires e deixar-nos trabalhando”.
Havia um outro grupo: era de pessoas que se esforçavam em mandar mais sentinelas, mas poucas queriam ir; em alguns lugares havia espaços de alguns quilômetros, sem sentinelas na margem do abismo.
Vi uma moça parada, sozinha, num lugar, evitando que alguém caísse, mas sua mãe e outros parentes chamaram-na, dizendo que era tempo para as suas férias e que não devia deixar o costume de gozar. A moça, sentindo-se cansada e obrigada a fazer uma mudança, retirou-se por um tempo. Mas ninguém foi enviado para guardar o lugar que ela deixara, e as pessoas caíam constantemente, como uma cachoeira de almas. Num certo ponto, uma criança, ao cair, agarrou-se numa moita de capim, que estava na margem do abismo. Ficou pendurada, chamando, pedindo socorro, mas ninguém prestava atenção. Por fim arrancou-se o capim pelas raízes, e a criança caiu, dando um grito, tendo as mãozinhas ainda agarradas ao capim.A moça que desejava estar de novo no seu lugar, pensava ter ouvido o grito da criança. Mas quando falou em voltar, foi reprovada pelos parentes, que diziam não haver necessidade, que o lugar seria guardado por outro. Então cantaram um hino.Enquanto cantavam o hino, ouvia-se outro som, como se fosse a dor de milhões de corações exprimida numa só gota, num só soluço. Sobreveio-me um horror de grandes trevas, porque entendi que era o grito de sangue. Então trovejou a voz, a voz do Senhor, que disse: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão está clamando a mim deste a terra”.Os tambores continuavam a tocar pesadamente, e a escuridão ainda tremia ao redor de mim! Ouvia os gritos dos que dançavam a dança dos demônios e o triste clamor dos endemoninhados, fora de nosso portão.
Que importa? Há muitos anos que isso acontece. Continuará acontecendo por muitos anos ainda. Por que falar de uma coisa que tem de ser?
Ó Deus nos perdoe! Deus nos acorde! Que Deus nos faça sentir a nossa dureza!

QUESTIONÁRIO
Recitar Marcos 16.15; João 3.16 e 1 João 3.16.
Que se deve dizer ao crente que se desculpa em estar ocupado demais e não pode ganhar as almas perdidas?
Citar duas passagens que mostram que, logo quando recebemos o Evangelho, nos tornamos devedores a todos os perdidos.
Recitar Mateus 7.13 e contar a visão da missionária na Índia.


fonte: 
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Os vales da vida

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Vale= significa espaço entre duas montanhas, local entre dois montes.
Em nossas vidas passamos por alguns vales hoje estaremos vendo somente três.
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1º Vale de Jaboque – Gn 32.22 – 30
Jaboque – Aquele que corre
Você veio até a casa de Deus, o vale de Jaboque é a busca por Deus, é querer mais de Deus é a busca pelo criador que seu espírito tanto anseia. Rm 8.16...
O vale de Jaboque pode ser ai na sua casa, no seu trabalho, na rua, no quintal não é o lugar e sim objetivo da busca por Deus.
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2º o vale de Baca -  Salmos 84.6
Baca significa: Árido, seco, sem vida.
Desertos da vida,momentos difíceis, sofrimentos com familiares,problemas de saúde, problemas financeiros, local onde Deus trata nosso caráter, momentos onde Deus nos molda, onde Deus trabalhar com amor em nossa vida mostrando o que deve ser mudando, onde esta realmente nossa confiança, em que realmente nos cremos, somos provados, testados ...Tiago 1.12
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3º o Vale da Decisão Joel 3.14
O vale loca da espera, da reflexão de ação, de atitude, de mudança de vida, o vale da decisão é aqui e agora.
Porque Deus tem benção pra você hoje, vitória pra você hoje, libertação pra você hoje, restauração para sua vida hoje.
Decida por Jesus,assuma um compromisso com Deus, não seja mais um que ouviu a palavra de Deus que leu mas não mudou, mas seja um que decidiu ser transformado pelo poder de Deus.
Não importa o vale que esteja passando, Deus esta contigo, Jesus estende a mão para abençoar sua vida para fazer parte do reino de Deus hoje.
Estarei orando por sua vida, pois creio no mover de Deus em sua vida.

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Pr. Samuel Vicente
   samuelminsitrando@outlook.com

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